RUSH: NO
LIMITE DA EMOÇÃO.
Esse
filme envolve os anos de ascensão de dois pilotos da fórmula 1 na
década de 70; o austríaco Niki Lauda e o britânico James Hunt. Chris
Hemsworth, que ficou mundialmente famoso por interpretar o Thor nos cinemas,
interpreta James Hunt, um mulherengo e ambicioso piloto que consegue
atingir o ápice de sua carreira ao duelar nas pistas contra o
metódico Niki Lauda, interpretado com maestria pelo ator espanhol
Daniel Brühl. Além de uma pitada de bom o humor, o filme retrata o
drama vivenciado por Niki Lauda após o acidente que o deixou
parcialmente desfigurado. Além da rivalidade entre dois grandes
oponentes que se tornaram lendas da fórmula 1, o filme literalmente
ensina como ser rival sem perder o respeito para com “seu”
oponente. Um filme inspirador, engraçado na medida certa, que não pode deixar de ser
visto.
EVERESTE.
Dou início escrevendo uma triste verdade sobre esse filme: a crítica não
gostou! O que é inacreditável!
Mas 90
porcento de quem viu o filme adorou a história e as atuações da
maior parte dos atores. Ou seja, chego à conclusão de que os
críticos não entendem nada sobre filmes.
OBS: não sou crítico de
cinema, pelo amor de Deus, não confundam... Apenas aprecio a sétima arte... Evereste é
um filme de sobrevivência, de coragem com muita tensão em uma
desastrosa aventura onde dois grupos de expedição decidem escalar a maior montanha
do mundo e são acometidos por uma tempestade, onde o espírito de
equipe deve reinar para a sobrevivência de todos. Mas como é
baseado em uma história real, nem todos saem vivos ao final do
filme.
O diretor Baltasar Kormákur acertou em cheio ao produzir esse
filme, e os atores atuam com perfeição, em especial Jake Gylenhall,
Jasom Clarke e Josh Brolin.
BROOKLYN:
Nesse filme, a crítica, como sempre, redigiu um parecer negativo. Eu, que não sou piegas e tampouco fã de filmes românticos, classifiquei Brooklyn como um filme que deve ser visto. Retrata a jornada de Eilis, uma jovem irlandesa que deixa seu país para tentar a vida nos Estados Unidos. Mesmo com as dificuldades, a saudade da mãe e da irmã, e a convivência com pessoas que ela não conhece, ela consegue enraizar-se em NY, especialmente no Brooklyn, onde há muitos imigrantes irlandeses e italianos, e onde ela encontra o amor de sua vida, um jovem italiano de classe pobre, mas cheio de vontade de prosperar na terra das oportunidades. Inopinadamente, a morte a irmã força Eilis retornar para a Irlanda, onde conhece um outro jovem, abastado e com boa educação. A partir de então, ela passa a viver um dilema; escolher entre dois países e dois homens. Entretanto, o amor fala mais alto...
Não diferente de mim, o público também gostou do filme. Ou seja, pela segunda vez neste post chego à conclusão de que os críticos de cinema (refiro-me aos críticos brasileiros, já que o filme foi bem "classificado" em outros países) não endentem nada de cinema...
JOY: O
NOME DO SUCESSO.
Mais um
filme sobre uma garota ambiciosa. Joy é interpretada soberbamente
por Jennifer Lawrence, uma jovem mãe divorciada que participa de um
teleshopping após ter inventado uma esfregona que em pouco tempo a
torna milionária. Entre os atores, estão Robert de Niro e
Bradley Cooper, que volta a atuar ao lado de Jennifer Lawrence após o
sucesso O Lado Bom da Vida.
Assim como aconteceu em Brooklyn, Joy não
foi prestigiado pelos competentes críticos brasileiros, desculpe-me
pela ironia, mas trata-se de um filme inspirador, que motivará
muitas jovens que tem o desejo de crescer na vida.
Eis mais
uma dica para um filme familiar para você que vai ficar em casa
durante esse final de semana...




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