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segunda-feira, 27 de junho de 2016

PRECEITOS PARA UMA SOCIEDADE MAIS HUMANA. Autor anônimo.

Hoje um amigo meu, tímido, me apresentou um texto conciso. Particularmente, eu o achei interessante e então resolvi publicá-lo sem divulgar o nome do autor. Se alguém ler, espero que compreenda e goste das palavras dele.

PRECEITOS PARA UMA SOCIEDADE MAIS "HUMANA"


As pessoas vivem questionando suas origens.
Por minha vez, eu não questiono.
Eu respondo as perguntas silenciosas que paira sobre a mente de todos. Posse estar certo e posso estar errado.
Por essa razão sinto-me sozinho e desamparado ao reconhecer que ninguém me compreende e consequentemente não aceitam e não aceitarão minhas respostas.

Somos humanos e somos parte de Deus, acredito eu.
Ou, gnosticamente, parte de algo supérior a nós.
Não precisamos do fictício elixir ou ablutor divino para nos purificar; precisamos é nos manter purificados, pois já nascemos puros.
Consequentemente, triste fico ao saber que não conheço ninguém que conseguiu a "proeza" de conseguir se manter puro, tão quanto uma criança que acaba de vir para esse mundo, para essa chafurda que reconhecemos como sociedade de humanos.

Não riem ao ler isso (se alguém ler, é claro), pois não sou um misantropo que adversa a sociedade humana.
Sou apenas um crítico que não encontrou nada de agradável na minha espécie, por isso sinto-me um animal inferior a qualquer outro animal de outra espécie.

Se subsiste abominações em meu ser, essas abominações são contra a falta de cultura, contra a isenção de amor ao próximo, contra a repleção de ódio e aversão que contamina o coração daqueles que não conseguiram se manter purificados ao sair do asseado ventre para um novo mundo.

Sejamos humanos!
(Digo humanos de verdade).
Sejamos fraternos!
(Poucos conhecem o significade de FRATERNIDADE).
Sejamos amorosos!
(Amor é se dar o luxo de abrir mão se sua própria felicidade em prol da felicidade da pessoa amada, por isso aconselho a tomar cuidado com as paixões humanas que pululam o mundo).

Desejemos não precisar ser indulgentes, pois o que mais deveríamos desejar, almejar, é a ausência de pecados, de erros, de maldades, pois onde há indulgência subsiste também a maldade, o pecado e o arrependimento que termina de matar uma vida, que torna essa vida desgostosa, soturna, pois todos sabem que existem vidas que se escondem dos pecados como uma coruja que se esconde durante o dia e sozinha mandria pelas caladas das noites.

Gritem quando querem gritar.
Não reprimam silenciosamente no peito a insana vontade de acoimar os pecados do próximo, pois nesse caso não é válida a lei universal do livre arbítrio, pois a liberdade de um pode significar a prisão do outro.
Sendo assim, vamos pensar em conjunto, como se todos fôssemos parte uma sociedade democrática de pessoas que seguem à risca a seguinte divisa; o bem da maioria é o bem de todos.

Mas também sejamos circunspectos; vamos esmiuçar e analisar com atenção cada caso antes de imputar ou atribuir uma sentença, ou, em outros casos, tomar uma decisão.


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