Hoje um amigo meu, tímido, me apresentou um texto conciso. Particularmente, eu o achei interessante e então resolvi publicá-lo sem divulgar o nome do autor. Se alguém ler, espero que compreenda e goste das palavras dele.
PRECEITOS PARA UMA SOCIEDADE MAIS "HUMANA"
As pessoas vivem
questionando suas origens.
Por minha vez, eu não
questiono.
Eu respondo as
perguntas silenciosas que paira sobre a mente de todos. Posse estar
certo e posso estar errado.
Por essa razão
sinto-me sozinho e desamparado ao reconhecer que ninguém me
compreende e consequentemente não aceitam e não aceitarão minhas
respostas.
Somos humanos e somos
parte de Deus, acredito eu.
Ou, gnosticamente,
parte de algo supérior a nós.
Não precisamos do
fictício elixir ou ablutor divino para nos purificar; precisamos é
nos manter purificados, pois já nascemos puros.
Consequentemente,
triste fico ao saber que não conheço ninguém que conseguiu a
"proeza" de conseguir se manter puro, tão quanto uma
criança que acaba de vir para esse mundo, para essa chafurda que
reconhecemos como sociedade de humanos.
Não riem ao ler isso
(se alguém ler, é claro), pois não sou um misantropo que adversa a
sociedade humana.
Sou apenas um crítico
que não encontrou nada de agradável na minha espécie, por isso
sinto-me um animal inferior a qualquer outro animal de outra espécie.
Se subsiste abominações
em meu ser, essas abominações são contra a falta de cultura,
contra a isenção de amor ao próximo, contra a repleção de ódio
e aversão que contamina o coração daqueles que não conseguiram se
manter purificados ao sair do asseado ventre para um novo mundo.
Sejamos humanos!
(Digo humanos de
verdade).
Sejamos fraternos!
(Poucos conhecem o
significade de FRATERNIDADE).
Sejamos amorosos!
(Amor é se dar o luxo
de abrir mão se sua própria felicidade em prol da felicidade da
pessoa amada, por isso aconselho a tomar cuidado com as paixões
humanas que pululam o mundo).
Desejemos não precisar
ser indulgentes, pois o que mais deveríamos desejar, almejar, é a
ausência de pecados, de erros, de maldades, pois onde há
indulgência subsiste também a maldade, o pecado e o arrependimento
que termina de matar uma vida, que torna essa vida desgostosa,
soturna, pois todos sabem que existem vidas que se escondem dos
pecados como uma coruja que se esconde durante o dia e sozinha
mandria pelas caladas das noites.
Gritem quando querem
gritar.
Não reprimam
silenciosamente no peito a insana vontade de acoimar os pecados do
próximo, pois nesse caso não é válida a lei universal do livre
arbítrio, pois a liberdade de um pode significar a prisão do outro.
Sendo assim, vamos
pensar em conjunto, como se todos fôssemos parte uma sociedade
democrática de pessoas que seguem à risca a seguinte divisa; o
bem da maioria é o bem de todos.
Mas também sejamos
circunspectos; vamos esmiuçar e analisar com atenção cada caso
antes de imputar ou atribuir uma sentença, ou, em outros casos,
tomar uma decisão.
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